quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

João 19:23,24

"Tendo crucificado Jesus, os soldados tomaram as roupas dele e as dividiram em quatro partes, uma para cada um deles, restando a túnica. Esta, porém, era sem costura, tecida numa única peça, de alto a baixo.
'Não a rasguemos', disseram uns aos outros. 'Vamos decidir por sorteio quem ficará com ela.' Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura que diz: 'Dividiram as minhas roupas entre si, e tiraram sortes pelas minhas vestes'. Foi o que os soldados fizeram."





João 19:16-22

"Finalmente Pilatos o entregou a eles para ser crucificado. Então os soldados encarregaram-se de Jesus.
Levando a sua própria cruz, ele saiu para o lugar chamado Caveira (que em aramaico é chamado Gólgota).
Ali o crucificaram, e com ele dois outros, um de cada lado de Jesus.
Pilatos mandou preparar uma placa e pregá-la na cruz, com a seguinte inscrição: JESUS NAZARENO, O REI DOS JUDEUS.
Muitos dos judeus leram a placa, pois o lugar em que Jesus foi crucificado ficava próximo da cidade, e a placa estava escrita em aramaico, latim e grego.
Os chefes dos sacerdotes dos judeus protestaram junto a Pilatos: 'Não escrevas ‘O Rei dos Judeus’, mas sim que esse homem se dizia rei dos judeus'.
Pilatos respondeu: 'O que escrevi, escrevi'."














João 19:7-15

"Os judeus insistiram: 'Temos uma lei e, de acordo com essa lei, ele deve morrer, porque se declarou Filho de Deus'.
Ao ouvir isso, Pilatos ficou ainda mais amedrontado
e voltou para dentro do palácio. Então perguntou a Jesus: 'De onde você vem?', mas Jesus não lhe deu resposta.
'Você se nega a falar comigo?', disse Pilatos. 'Não sabe que eu tenho autoridade para libertá-lo e para crucificá-lo?'
Jesus respondeu: 'Não terias nenhuma autoridade sobre mim, se esta não te fosse dada de cima. Por isso, aquele que me entregou a ti é culpado de um pecado maior'.
Daí em diante Pilatos procurou libertar Jesus, mas os judeus gritavam: 'Se deixares esse homem livre, não és amigo de César. Quem se diz rei opõe-se a César'.
Ao ouvir isso, Pilatos trouxe Jesus para fora e sentou-se na cadeira de juiz, num lugar conhecido como Pavimento de Pedra (que em aramaico é Gábata).
Era o Dia da Preparação da semana da Páscoa, por volta do meio-dia. 'Eis o rei de vocês', disse Pilatos aos judeus.
Mas eles gritaram: 'Mata! Mata! Crucifica-o!'. 'Devo crucificar o rei de vocês?', perguntou Pilatos. 'Não temos rei, senão César', responderam os chefes dos sacerdotes."








João 19:1-7

"Então Pilatos mandou açoitar Jesus.
Os soldados teceram uma coroa de espinhos e a puseram na cabeça dele. Vestiram-no com uma capa de púrpura,
e, chegando-se a ele, diziam: 'Salve, rei dos judeus!'. E batiam-lhe no rosto.
Mais uma vez, Pilatos saiu e disse aos judeus: 'Vejam, eu o estou trazendo a vocês, para que saibam que não acho nele motivo algum de acusação'.
Quando Jesus veio para fora, usando a coroa de espinhos e a capa de púrpura, disse-lhes Pilatos: 'Eis o homem!'
Ao vê-lo, os chefes dos sacerdotes e os guardas gritaram: 'Crucifica-o! Crucifica-o!'. Mas Pilatos respondeu: 'Levem-no vocês e crucifiquem-no. Quanto a mim, não encontro base para acusá-lo'.
Os judeus insistiram: 'Temos uma lei e, de acordo com essa lei, ele deve morrer, porque se declarou Filho de Deus'."

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

João 18:28-40

"Em seguida, de Caifás os judeus levaram Jesus para o Pretório. Já estava amanhecendo e, para evitar contaminação cerimonial, os judeus não entraram no Pretório; pois queriam participar da Páscoa.
Então Pilatos saiu para falar com eles e perguntou: 'Que acusação vocês têm contra este homem?'
Responderam eles: 'Se ele não fosse criminoso, não o teríamos entregado a ti'.
Pilatos disse: 'Levem-no e julguem-no conforme a lei de vocês'. 'Mas nós não temos o direito de executar ninguém', protestaram os judeus.
Isso aconteceu para que se cumprissem as palavras que Jesus tinha dito, indicando a espécie de morte que ele estava para sofrer.
Pilatos então voltou para o Pretório, chamou Jesus e lhe perguntou: 'Você é o rei dos judeus?'
Perguntou-lhe Jesus: 'Essa pergunta é tua, ou outros te falaram a meu respeito?'
Respondeu Pilatos: 'Acaso sou judeu? Foram o seu povo e os chefes dos sacerdotes que entregaram você a mim. Que é que você fez?'
Disse Jesus: 'O meu Reino não é deste mundo. Se fosse, os meus servos lutariam para impedir que os judeus me prendessem. Mas agora o meu Reino não é daqui'.
'Então, você é rei!', disse Pilatos. Jesus respondeu: 'Tu dizes que sou rei. De fato, por esta razão nasci e para isto vim ao mundo: para testemunhar da verdade. Todos os que são da verdade me ouvem'.
'Que é a verdade?', perguntou Pilatos. Ele disse isso e saiu novamente para onde estavam os judeus e disse: 'Não acho nele motivo algum de acusação.
Contudo, segundo o costume de vocês, devo libertar um prisioneiro por ocasião da Páscoa. Querem que eu solte ‘o rei dos judeus’?'
Eles, em resposta, gritaram: 'Não, ele não! Queremos Barrabás!'. Ora, Barrabás era um bandido."






 



João 18:25-27

"Enquanto Simão Pedro estava se aquecendo, perguntaram-lhe: 'Você não é um dos discípulos dele?'. Ele negou, dizendo: 'Não sou'.
Um dos servos do sumo sacerdote, parente do homem cuja orelha Pedro decepara, insistiu: "Eu não o vi com ele no olival?'
Mais uma vez Pedro negou, e no mesmo instante um galo cantou."






João 18:19-24

"Enquanto isso, o sumo sacerdote interrogou Jesus acerca dos seus discípulos e dos seus ensinamentos.
Respondeu-lhe Jesus: 'Eu falei abertamente ao mundo; sempre ensinei nas sinagogas e no templo, onde todos os judeus se reúnem. Nada disse em segredo.
Por que me interrogas? Pergunta aos que me ouviram. Certamente eles sabem o que eu disse'.
Quando Jesus disse isso, um dos guardas que estava perto bateu-lhe no rosto. 'Isso é jeito de responder ao sumo sacerdote?', perguntou ele.
Respondeu Jesus: 'Se eu disse algo de mal, denuncie o mal. Mas se falei a verdade, por que me bateu?'
Então, Anás enviou Jesus, de mãos amarradas, a Caifás, o sumo sacerdote."